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Dos 342 nomes de pessoas que teriam conta na Suíça, cerca de 100 já são preliminarmente investigadas pela Receita Federal.

 Nessa quarta-feira, o secretário da Receita, Jorge Rachid, afirmou à CPI do HSBC do Senado que identificou ao menos 100 contas com indícios de irregularidades.

 A CPI investiga os casos de sonegação fiscal no banco HSBC da Suíça. O caso ficou conhecido como SwissLeaks. Um ex-funcionário do Banco em Genebra informou às autoridades francesas que a instituição ajudava pessoas ao redor do mundo a sonegar impostos.

 Foram descobertas mais de 8.600 contas de brasileiros. Dessas, apenas 342 foram divulgadas. Todas pela imprensa. O secretário Rachid assumiu que o controle do Fisco é ineficiente.

 Ele também informou que já existe uma missão na França para coletar mais informações. Além disso, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informou aos senadores que vai até a França buscar as informações e repassar para CPI.

 O senador Randolfe Rodrigues, do PSOL e relator da última sessão da CPI, acredita que será possível recuperar o dinheiro sonegado.

 Na próxima semana, a CPI vai votar requerimentos para convocação de políticos citados pela imprensa. Já está confirmada a presença do ex-secretário de Obras de Niterói, no Rio, José Roberto Mocarzel.

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