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por Alexandre Galvão / Estela Marques
por Alexandre Galvão / Estela Marques

O deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB-BA) compareceu à segunda manifestação contra a presidente Dilma Rousseff (PT), organizada em Salvador. O baiano chamou o governo de “medíocre” e “corrupto” e se refere à presidente como aquela “que mentiu para os brasileiros”. “Hoje a maioria da população quer que ela saia, quer o impeachment dela. 83% acha que ela sabia do Petrolão, da corrupção dentro da Petrobras. O governo não reage, não combate a corrupção e não resolve o problema. Por isso o pessoal quer o ‘Fora, Dilma'”, declarou o parlamentar, que recentemente foi associado a uma acusação de superfaturamento nas obras do metrô de Salvador. De acordo com uma reportagem da Folha de S. Paulo, as empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras teriam superfaturado as obras do metrô na época em que Imbassahy era prefeito da capital. “Não há nenhuma indicação do Tribunal de Contas da União nem do Ministério Público, a própria Folha diz isso, em relação à minha conduta”, declarou o parlamentar, que diz defender que tudo seja devidamente investigado e sugere que a manifestação dos deputados do PT se dirijam ao governador baiano Rui Costa (PT), que “mantém as mesmas empresas”. “Claro que em meio a tudo isso tem a questão de natureza política. Eu convoquei o Vaccari [João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, à CPI da Petrobras] e a partir daí eu virei um objeto de ódio, estão fazendo de tudo para me prejudicar, mas nada me intimida”, disparou. Apesar da suspeita de corrupção em sua gestão, o tucano diz que não se opõe a investigações por ser “sempre bom” para a democracia. “Qualquer iniciativa no sentido de investigar tem que ser apoiada e aplaudida. Que se faça, não há nenhum problema, ao contrário”, finalizou.

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