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20150430170335695232eA foto de um Policial Militar que participou dos protestos de professores no Paraná viralizou na internet após usuários de uma rede social duvidarem da veracidade do “sangue” que aparecia em seus braços. Na legenda, o PM de Curitiba Umberto Scandelari sugeria que as marcas em seus braços, mãos e rosto foram causados pelos manifestantes. Mas, segundo a BBC Brasil, a Polícia Militar confirmou que as manchas, na verdade, eram tinta utilizada pela própria corporação. “Este é o produto de uma bomba usada como munição menos letal. É usada para marcar pessoas que estão envolvidas nos protestos”, informou a PM. “Nestes confrontos o uso é normal e aconteceu de marcar também o policial porque manifestantes e policiais estavam muito próximos”, completou a nota. Contudo, a instituição minimizou as críticas ao policial e negou que ele tenha sugerido um “ataque”. “A legenda sugere que ele não foi atacado por professores com esta tinta. Ela sugere que o confronto foi iniciado pelos próprios professores e não pelos policiais, como vem sendo comentado pelas redes sociais”, explicou.Por causa da cor rosa das manchas, a imagem foi alvo de piadas que sugeriam que ele “sangrou groselha” ou “estourou a caneta de correção dos profs nele”. O protesto por direitos trabalhistas deixou 170 feridos na capital do Paraná nesta quarta-feira (29). Segundo autoridades do Estado, 150 eram manifestantes e 20 policiais. O grupo se manifestava contra a votação de uma medida, proposta pelo governados do Estado, Beto Richa (PSDB), e aprovada pela Assembleia Legislativa, que diminui as contribuições do governo sobre pensões pagas a servidores.

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