Do Uol em São Paulo

A Oi informou que tomará “todas as medidas judiciais cabíveis” para manter o funcionamento do WhatsApp. A operadora de telefonia móvel disse em nota que “a companhia está obrigada a cumprir a ordem judicial, mas diante do notório impacto que o bloqueio causará a todos os clientes da Oi, tomará todas as medidas judiciais cabíveis que possam preservar os interesses dos consumidores”.

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A Justiça de São Paulo determinou o bloqueio por 48 horas do aplicativo de mensagens instantâneas a partir da meia-noite desta quinta-feira (17).  Mais de 50 milhões de brasileiros são usuários ativos do aplicativo, que é o mais usado no Brasil, segundo pesquisa do Ibope-Conecta.

O SindiTelebrasil, que representa as maiores prestadoras de telefonia móvel, informou que irá cumprir a determinação. Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo, o pedido foi feito porque o aplicativo  não atendeu a uma determinação judicial em um processo criminal.

O Facebook não responde pelo WhatsApp. A assessoria internacional do app não respondeu à demanda do UOL.

Caso parecido em fevereiro

Em fevereiro de 2015, a Justiça de Teresina, no Piauí, também determinou a suspensão do WhatsApp por não cumprir decisões judiciais. Mas as operadoras recorreram e o aplicativo não teve seu funcionamento suspenso.

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