Redação do Blog

Dezessete servidores acumulando cargos ilegalmente nos estados da Bahia e de Minas Gerais foram detectados pela Corregedoria-Geral do Estado da Bahia (CGR-BA). Segundo a CGR, um agente penitenciário lotado em Salvador acumula um cargo como investigador de polícia no município de Águas Vermelhas, em Minas Gerais.

Com base no portal A Tarde, os casos foram detectados na segunda fase da “Operação Estados”, durante uma apuração realizada conjuntamente pela CGR e pela Secretaria da Fazenda de Minas Gerais. Além do agente penitenciário, foram identificados também professores, policiais e analistas universitários.

“A Corregedoria vem empenhando esforços para preservar o erário, desenvolvendo ações que evitam dispêndios irregulares ou ilegais”, declarou o secretário da Administração, Edelvino Góes.

Em um dos casos identificados, um professor mantém triplo vínculo, o que é considerado uma situação vedada pela legislação. O docente cumpre carga horária de 40 horas semanais na cidade de Cordeiros, na Bahia, além de possuir dois outros cargos no município de Ribeirão das Neves, em Minas.

Ainda na Bahia, outro professor foi descoberto durante a operação. O docente possuía um cargo em Paulo Afonso e outro cargo igual em Belo Horizonte (MG). Além disso, a capital mineira e a cidade baiana são separadas por 1.700 quilômetros de distância, o que torna impossível o cumprimento da carga horária nos dois vínculos. No caso dos professores, não existem indícios de que não há compatibilidade de carga horária.

 

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