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O governo do Uruguai está comemorando a redução em 18% dos crimes relacionados ao narcotráfico. Quatro anos após a legalização da maconha, o país já produz resultados positivos quanto à segurança pública.

A legislação uruguaia permite três formas de acesso à erva, os usuários podem plantar individualmente até seis plantas, participar de clubes de cultivo de 15 a 45 membros, além de comprar em farmácias. A venda nos estabelecimentos foi implantada em julho do ano passado. Em todos os casos, os usuários devem ser registrados, ter mais de 18 anos e possuir nacionalidade uruguaia ou residência permanente no país.

O país investe agora no cultivo para a produção de remédios para a indústria farmacêutica. O próximo passo, segundo especialistas, é a liberação da venda para turistas. Pelo menos é o que crê Eduardo Blasina, diretor do Museu da Cannabis de Montevidéu: “passamos a ideia de país vanguardista, e o estrangeiro chega aqui e não pode comprar? Está errado, pois de algum modo ele chegará ao produto, via mercado ilegal, que era justamente o que se queria combater”, disse à Folha

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