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A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (22), a 48ª fase da Operação Lava Jato visando o cumprimento de sete mandados de prisão e 50 de busca e apreensão nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. A ação apura casos de corrupção envolvendo procedimentos de concessão de rodovias federais do estado do Paraná que fazem parte do Anel da Integração.

Informações iniciais divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo apontavam que o alvo seriam pagamentos suspeitos da Via Bahia Concessionária de Rodovia S.A à empresa Credencial. No entanto, posteriormente, o diário paulista informou que a PF detectou, nas investigações da Lava Jato, o uso de estruturas de lavagem de dinheiro para operacionalizar recursos ilícitos pagos a agentes públicos, principalmente por meio dos operadores financeiros Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran.

Uma das concessionárias usou os serviços de Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran para operacionalizar, ocultar e dissimular valores oriundos de atos de corrupção. Dentre os serviços prestados por estes operadores está a viabilização do pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Departamento de Estradas de Rodagem no Paraná (DER-PR) e Casa Civil do Governo do Estado do Paraná.

A ação tem por objeto a apuração, dentre outros, dos crimes de corrupção, fraude a licitações e lavagem de ativos.

Com Informações da Folha de São Paulo

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