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A primeira vacina no mundo contra o Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela já começou a ser desenvolvida no Brasil, segundo pesquisadores da UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais.

Conforme informações do G1, a vacina induz a produção de anticorpos que interferem no ciclo vital do mosquito, danifica o sistema reprodutivo e até mesmo leva o inseto à morte – ou seja, a vacina não protege contra as doenças, mas promete eliminar o vetor.

A imunização conquistou a primeira patente no início deste ano. Ela está pronta para a fase de testes em macacos, só há um problema: não existe verba.

Desde 2015 os recursos destinados a pesquisa diminuem nas universidades. Só no ano passado, o repasse previsto pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) passou de R$ 5,81 bilhões para R$ 3,27 bilhões.

A previsão para 2018 é que a pasta receba R$ 4,6 bilhões do orçamento da União. Há cinco anos, a verba era de R$ 9,4 bilhões.

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