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No próximo dia 29 de maio, Gugu Liberato pode ser condenado por causa da morte de duas irmãs em agosto de 2007. A mãe das crianças, Conceição Gonçalves Ferreira, move um processo contra a Promoart, pertencente ao apresentador, o Condomínio Barra Beach, o engenheiro Ronald Stourdze D’angelo Visconti e a Sfera Engenharia.

De acordo com a coluna Retratos da Vida, do jornal Extra, Keilua Ferreira Baisotti, de 6 anos, e Kawai Ferreira Baisotti, de 12, foram vítimas de asfixia após inalação de gás durante o banho, que pode ter sido provocada por uma obra em duas coberturas de propriedade de Gugu em um prédio  na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. No 11º andar, logo abaixo dos imóveis do apresentador, onde o incidente aconteceu.

Na época, de acordo com laudos de peritos da UERJ, uma obra realizada em 2002 nos apartamentos teria alterado a chaminé coletiva do apart hotel, o que teria causado a morte das meninas. Morando na Itália há 20 anos, Conceição vem ao Brasil para a audiência de instrução e julgamento, que acontecerá no próximo dia 29. “Espero pelo fechamento de um ciclo. Há 11 anos, aguardo por Justiça. O caso das minhas filhas não pode ser encarado como mais uma estatística. Existem responsáveis pela morte deles, e eles têm responder por isso”, desabafa Conceição, que hoje vive em Milão.

Kawai e Keilua, mortas em 2007 – Arquivo pessoal

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