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O avião utilizado pelas cantoras Maiara e Maraísa foi interditado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta quinta-feira (17). O motivo é que a aeronave possuía indícios de táxi-aéreo clandestino, ou seja, equipamentos privados que são utilizados mediante remuneração.

Ao identificar estes indícios, a Anac suspendeu a matrícula da aeronave e as licenças dos pilotos envolvidos nas operações. Esta é a segunda vez que as cantoras se envolvem neste tipo de situação. A primeira ocorreu em 2017, quando a produção das artistas já havia sido notificada pela Anac.

“Os contratantes, nesse caso específico a produção dos cantores, também são notificados pela Agência com o objetivo de serem alertados sobre o risco de contratarem um serviço irregular, além disso a ANAC sempre solicita que os mesmos colaborem com as investigações, sem qualquer ônus, pois muitas vezes os contratantes não sabem que o serviço se trata de táxi-aéreo irregular”, esclareceu a Agência em nota.

Além da aplicação de sanções administrativas, a ANAC poderá encaminhar denúncia ao Ministério Público e à Polícia para que sejam tomadas medidas no âmbito criminal. A operação irregular de táxi-aéreo, também conhecido como táxi-aéreo pirata, é uma infração ao Código Brasileiro de Aeronáutica e pode configurar crime, conforme previsto no artigo nº 261 do Código Penal, pois coloca em risco vidas de pessoas a bordo e em solo. Informações do À Tarde.

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