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As mudanças no Fies, o Fundo de Financiamento Estudantil, foram anunciadas nesta quarta-feira (6) pelo ministro da Educação, Rossieli Soares. Uma das alterações é o percentual mínimo de 50% para a modalidade 1, o chamado Fies público. De acordo com o ministro, o motivo foi a constatação de que, pelo modelo anterior, havia financiamento de valores muito reduzidos, até abaixo de 10%, com alto índice de inadimplência.

Ele citou que a inadimplência nos contratos do Fies público, hoje, é de 61%, e causa um rombo nas contas públicas, que em 2016 superou R$ 30 bilhões. O MEC quer ainda corrigir uma diferença em relação ao valor cobrado pelos cursos nas instituições privadas, quando é utilizado o Fies, em comparação ao pagamento direto do aluno à universidade, sem financiamento público.

As mudanças no Fies, o Fundo de Financiamento Estudantil, foram anunciadas nesta quarta-feira (6) pelo ministro da Educação, Rossieli Soares. Uma das alterações é o percentual mínimo de 50% para a modalidade 1, o chamado Fies público. De acordo com o ministro, o motivo foi a constatação de que, pelo modelo anterior, havia financiamento de valores muito reduzidos, até abaixo de 10%, com alto índice de inadimplência.

Ele citou que a inadimplência nos contratos do Fies público, hoje, é de 61%, e causa um rombo nas contas públicas, que em 2016 superou R$ 30 bilhões. O MEC quer ainda corrigir uma diferença em relação ao valor cobrado pelos cursos nas instituições privadas, quando é utilizado o Fies, em comparação ao pagamento direto do aluno à universidade, sem financiamento público.

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