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Partidos governistas estão divididos sobre os rumos a serem tomados caso ocorra uma terceira denúncia criminal contra o presidente Michel Temer. Com a impopularidade do governo atingindo novo patamar, as divergências entre os aliados aumentaram.

Segundo a coluna Painel, do jornal “Folha de S. Paulo”, alguns membros do chamado Centrão não acham que seja válido afastar o presidente faltando apenas poucos meses para a eleição. No entanto, outros avaliam que caso a Câmara receba uma nova denúncia contra o presidente, ele não teria força para resistir, uma vez que conta com apenas 3% de aprovação.

Em agosto de 2017, quando a Câmara barrou a primeira denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Temer, ele contava com 7% de aprovação.

O medo é que uma nova acusação seja capaz de levar os brasileiros para as ruas e parar setores do país, como aconteceu durante a greve dos caminhoneiros.

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