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Os consumos de água e energia de prédios públicos ligados ao Governo do Estado são divulgados, diariamente, no site do Programa Água Pura. Através da consulta na Internet é possível verificar e comparar o que acontece em cada local de trabalho no serviço público, e contribuir com o esforço contínuo de redução do consumo e do gasto com água e energia.

Existem, aproximadamente, 4 mil prédios públicos no Estado. Aqueles vinculados à Secretaria da Educação (SEC), à Secretaria da Saúde (Sesab), à Secretaria da Segurança Pública (SSP) e à Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) correspondem a cerca de 50% do total. Esse cenário acontece porque essas secretarias possuem uma estrutura em rede com unidades espalhadas pelo Estado.

Ao consultar os dados disponíveis no site, o órgão público fica sabendo, por exemplo, se, dentre os demais, é o que apresenta o maior consumo de água ou energia. Possibilita, também, que identifique gastos fora do comum, o que pode ser um indicativo da existência de algum problema, como um vazamento, no caso de elevação no consumo de água.

Desenvolvido pela Ufba, o sistema Aguapura Vianet é utilizado há mais de 12 anos por organizações públicas e privadas. Com a ferramenta, é possível acompanhar diariamente o consumo de água e energia, de modo a identificar com agilidade eventos que provocam desperdício e perdas. No governo baiano, a tecnologia já proporcionou uma economia acumulada de R$ 21 milhões aos cofres públicos.

Institucionalizado por meio do Decreto Estadual n° 12.544/2011, o Programa de Racionalização de Consumo de Água e Energia nos Prédios Públicos Estaduais é uma diretriz de Estado, prevendo adesão de unidades administrativas interessadas em práticas sustentáveis que gerem ao mesmo tempo economia para o erário. Em setembro de 2017, a Secretaria de Administração renovou o contrato com a Ufba para garantir a continuidade da iniciativa. Já no dia 1º de março deste ano, a portaria n° 406, publicada pela Saeb no Diário Oficial do Estado (DOE), instituiu os grupos de Ecotimes.

Fonte: Ascom/ Saeb

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