Geovane Santos/Agência Sertão
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Geovane SantosAgência Sertão

Alunos e professores de enfermagem da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) – Campus XII, estão realizando a segunda etapa do projeto “Saúde do Trabalhador Informal do Comércio”. Os trabalhadores estão sendo atendidos no Salão Escola do Pavilhão 2, no Mercado Municipal de Guanambi.

Essa etapa teve início na segunda-feira (6) e se estenderá até o dia 17 de agosto. Os atendimentos são efetuados das 6h30 às 9h30, mas aferir pressão e demais orientações de saúde poderão ser feitas até as 17h.

Na programação são realizados diversos exames gratuitos, sob a liderança da professora e enfermeira Marcela Rios. Participam também da ação, o professor e enfermeiro Diesley Amorim e a enfermeira Poliana Leal. Os professores contam com o auxílio de 10 monitores, dentre eles – bolsistas e voluntários, todos alunos de enfermagem da UNEB.

Segundo a professora Marcela, o projeto foi iniciado em 2015 – falando sobre Hipertensão, diabetes e acidentes de trabalho. A partir de janeiro de 2018 aconteceu a ampliação das atividades para o formato atual. Na nova etapa de acordo com a professora, foram atendidos aproximadamente 440 trabalhadores.

No atendimento, o paciente recebe uma caderneta de acompanhamento e orientações, onde ele preencherá um formulário. Posteriormente serão feitas avaliações Antropométricas – idade, peso, altura – Medidas de Pressão Arterial, dosagens sanguíneas e variabilidade da frequência Cardíaca – exame realizado para verificar a variação dos batimentos do coração.

A professora Marcela Rios comentou sobre exames que são realizados, visando acompanhar e prevenir acidentes e doenças. “Nós fazemos algumas avaliações de saúde dos trabalhadores aqui da feira. Essas avaliações inclui algumas dosagens sanguíneas para verificarmos – hemograma, creatinina, ureia potássio, que são marcadores de algumas funções renais – glicemia e colesterol para verificar e prevenir possíveis doenças crônicas não transmissíveis, como – hipertensão e diabetes”.

Marcela explica ainda sobre a importância do projeto, tanto para os trabalhadores quanto para os estudantes. “São indicadores para mostrar ao trabalhador, possíveis disfunções do seu corpo. Funciona como um sinal, para o trabalhador, que algo pode estar errado com a sua saúde. Quanto aos monitores, isso é importante porque eles conseguem articular o que é trabalhado nas disciplinas com a prática”.

O projeto é realizado pelo Grupo de pesquisa Interdisciplinar em Saúde Coletiva, do Curso de Enfermagem e financiado pela UNEB.

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