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Uma doença grave tem causado a morte de vários cavalos na região de Guanambi, no Centro-Sul Baiano, e tem trazido grandes prejuízos a agricultores e criadores.

Segundo informações do radialista Bonny Silva, a doença Anemia Infecciosa Equina (AIE), já é responsável pela perda aproximada de duzentos animais, abatidos de acordo protocolo do Ministério da Agricultura, por ser infectocontagiosa e não ter cura.

Nas localidades de Água Verde, Mandacarú e Atoleiro, no município de Palmas de Monte alto, 17 animais já foram sacrificados. Segundo a reportagem, uma senhora identificada como Eva Pereira, moradora na Fazenda Mandacaru, entrou em desespero quando foi informada por técnicos da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) que teria que sacrificar o seu cavalo, único meio que usa para cultivar sua lavoura.

Conforme Joaquim Barros, gerente do escritório do órgão em Guanambi, há uma grande preocupação com a doença. Ele aconselha criadores e agricultores em geral para fazer o exame dos animais para evitar maior contaminação.

O que é Anemia Infecciosa Equina (AIE) ?

A anemia infecciosa equina ou anemia infecciosa equina, também conhecida por criadores como febre do pântano, é uma doença de cavalo causada por um retrovírus e transmitida por insetos sugadores de sangue. A transmissão da doença ocorre por meio da picada de mutucas e das moscas dos estábulos; materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza dentária, sonda esofágica, aparadores de cascos, arreios, esporas e outros materiais, além da placenta, colostro e acasalamento.

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