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Polícia ainda procura por seis envolvidos em assassinatos de PMs na zona rural de Vitória da Conquista

Reprodução | Polícia Militar

As polícias Civil e Militar ainda procuram seis pessoas envolvidas, de forma direta e indireta, nas mortes do tenente Luciano Libarino Neves e do soldado Robson Brito de Matos. A informação foi repassada ao secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino, nesta segunda-feira (19), durante reunião técnica, na cidade de Vitória da Conquista.

Além dos seis foragidos, outros três integrantes da organização criminosa morreram em confrontos, nas cidades de Vitória da Conquista e de Itiruçu, e um deles acabou preso em flagrante durante a ação do duplo homicídio. O homem terminou ferido no braço e, após atendimento, foi autuado.

“Estou aqui para prestar toda a minha solidariedade à Polícia Militar, atingida de forma brutal por conta desse ataque covarde. Parabenizo a PM e a Polícia Civil pelo empenho na identificação e localização dos autores”, declarou o secretário Ricardo Mandarino.

Além do secretário de Segurança Pública, o Cel PM Paulo Coutinho, Comandante-Geral da PM/BA e Heloísa Campos Brito, Delegada-Geral da PC/BA, também estão em Vitória da Conquista em razão dos fatos sobre o duplo assassinato dos policiais militares.

Na sexta-feira (16), a Justiça baiana decretou a prisão temporária de todos os envolvidos no crime. Todos os envolvidos pertencem a uma família de etnia cigana, residentes no distrito de José Gonçalves, onde ocorreu o crime contra os policiais.

Desde o momento do crime, no fim da manhã da última terça-feira (13), equipes especializadas da Polícia Militar e da Polícia Civil estão mobilizadas em toda a região em busca dos foragidos.

Além dos três mortos em confronto, um adolescente de 14 anos que seria da mesma família dos criminosos morreu após ser baleado na última quarta-feira (14), dentro de uma farmácia, no Centro de Vitória da Conquista. Os autores dos disparos chegaram ao local em uma motocicleta e fugiram logo em seguida.

O Instituto Cigano do Brasil e outras entidades que reúne membros da etnia emitiram nota demostrando temor contra a perseguição de ciganos inocentes em represaria. A PM informou que está agindo dentro dos limites da lei nas operações para prender os envolvidos.

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