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Prefeitura de Vitória da Conquista diz que é falsa informação sobre descarte de vacinas

Reprodução

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Vitória da Conquista emitiu nota para esclarecer que é falsa a informação que tem circulado pelo Whatsapp, juntamente com um vídeo que mostra uma profissional de saúde manuseando seringas de vacinação. A pasta classificou como “fake news” a fala de um suposto descarte de vacina por uma das vacinadoras que trabalhava no ginásio da Nova Sião, no dia 11 de agosto.

A secretaria esclareceu que a servidora estava fazendo apenas a a diluição de vacinas da Pfizer, que têm o preparo diferente das vacinas AstraZeneca e Coronavac.

Conforme a bula do imunizante, antes de ser aplicada, a vacina da Pfizer precisa ser misturada ao diluente, que é o único líquido descartado pela vacinadora no momento da diluição. As seringas descartadas por ela são do tipo padrão, diferente das que são usadas na aplicação da vacina, e utilizadas apenas para fazer a retirada do diluente e puxar a pressão do ar de dentro do frasco. Esse procedimento é realizado em toda vacinação com a Pfizer, não apenas em Vitória da Conquista.

A pasta esclarece ainda que as seringas e agulhas utilizadas para aplicação da Pfizer são as de baixo volume morto, que são mais finas e diferentes das utilizadas nas outras vacinas contra a covid-19. Com ela é possível extrair seis doses de um único frasco. Para esta vacina não são utilizadas as seringas do tipo padrão, pois pode não haver volume suficiente para extrair a sexta dose de um único frasco.

Assim que é feita a diluição, o frasco precisa ser agitado 10 vezes até que o líquido esteja pronto para ser aspirado para aplicação. Feito isso, o frasco contém 2,25 mL com possibilidade de extração de seis doses que devem ser de 0,3 mL cada – não 0,5ml como no caso da CoronaVac e AstraZeneca.

Todo esse processo é bem específico e cuidadoso para que a vacina seja bem preparada para que possa ser aplicada. Por isso, em determinados pontos de vacinação, apenas uma pessoa fica encarregada para fazer exclusivamente essa diluição, a fim de evitar erros e falhas. Os profissionais da SMS têm sido treinados, desde o mês de junho, para manusear e preparar essa vacina para que não haja perdas técnicas.

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