Tiago Marques | Redação 96FM

Uma tragédia sem precedentes, 8 corpos encontrados, 20 pessoas desaparecidas, impactos ambientais irreversíveis, o modo de vida  de uma população destruído. Este é o saldo do rompimento de duas barragens de rejeitos de uma usina de extração de minério de ferro da Samarco em Mariana (MG). As imagens de satélite mostram o antes e o depois do subdistrito de Bento Rodrigues, devastado pelo mar de lama tóxica da subsidiária da Vale.

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Imagens do dia 21 de julho de 2015, e depois, no dia 10 de novembro
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Rio Doce em Governador Valadares (MG)

https://www.youtube.com/watch?v=tE2V-_DG4Qo

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Bento Rodrigues

O Povoado era calmo e a principal atividade era o cultivo da pimenta biquinho para a produção de geleia no próprio distrito; dificilmente a cidade será como antes.
O povoado de Bento Rodrigues, distrito de Mariana, já não existe mais como era até na tarde da última quinta-feira (06). O rompimento das barragens da Samarco, mineradora que tem como principal acionista a Vale e à australiana BHP, causou um soterramento de grandes proporções na cidade, a cerca de três quilômetros de distância de onde aconteceu o rompimento.

Dos cerca de 600 habitantes, 300 ficaram ilhados na parta mais alta da localidade e foram resgatados. Já a parte mais baixa da cidade está completamente soterrada. Junto à lama e aos corpos dos desaparecidos, um modo te vida de uma população destruído.

Com isso, perderam-se casas, plantações, animais, a igreja principal da cidade e pessoas,  arrastadas pela enxurrada de lama.

https://www.youtube.com/watch?v=UXyrm83sLsw

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