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Toyota quer “mudar o mundo” com Mirai, carro a hidrogênio que emite água

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Tiago Marqueshttps://agenciasertao.com/
Tiago Marques é redator e editor do site Agência Sertão. Trabalha com produção de conteúdo noticioso para rádio e internet desde 2015.

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vice-presidente-executivo-da-toyota-motor-mitsuhisa-kato-posa-em-frente-ao-novo-carro-da-empresa-mirai-em-toquio-1416317972964_615x300A Toyota lançou nesta segunda-feira (18) o primeiro carro movido a célula de hidrogênio para o mercado de massa. No Japão, começa a ser vendido em dezembro. Com ele, a fabricante espera reproduzir o sucesso do híbrido Prius, agora oferecendo um veículo que rompe totalmente com o uso de combustíveis fósseis e promete zero emissão de gases tóxicos e estufa na atmosfera.

Batizado de Mirai em sua versão definitiva (em japonês, “futuro”), o sedã de quatro lugares estará à venda em quatro cidades do Japão a partir do próximo dia 15. No final de 2015, chegará aos Estados Unidos e à Europa, conforme revelou a fabricante durante a apresentação do veículo, ocorrida simultaneamente em Tóquio (Japão) e Newport Beach (EUA).

Por enquanto, o Mirai custará salgados 6,7 milhões de ienes (cerca de R$ 150 mil) no Japão, sem contar os impostos e já contabilizando um subsídio estatal de 2,02 milhões de ienes (R$ 45 mil) para compras de veículos movidos a hidrogênio.

Devido ao preço elevado, e também à escassez de postos de abastecimento para esse tipo de automóvel, a Toyota espera vender apenas 700 unidades do Mirai no ano que vem. Para 2017, a expectativa é acumular 3 mil unidades, rompendo a barreira das “dezenas de milhares” nos anos 2020.

COMO FUNCIONA
Os automóveis movidos a hidrogênio podem ser considerados os “carros verdes perfeitos”. Eles funcionam usando uma célula combustível do elemento químico, que, por meio da mistura com com o oxigênio (tecnologia usada pela primeira vez no projeto do ônibus espacial Apollo, na década de 1960), gera energia para mover o veículo. As únicas emissões derivadas dessa reação são calor e água — esta, tão pura que os astronautas da Apollo a beberam durante expedição ao espaço

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