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Partido de Bolsonaro cria diretório em Guanambi e pretende lançar candidatos em 2020

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Tiago Marqueshttps://agenciasertao.com/
Tiago Marques é redator e editor do site Agência Sertão. Trabalha com produção de conteúdo noticioso para rádio e internet desde 2015.
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No último sábado, o secretário-geral do PSL na Bahia, Alberto Pimentel, empossou presidentes de comissões provisórias do partido em 15 municípios. Em Guanambi, o empresário Bruno Marchesini foi escolhido como presidente da sigla.

Segundo, Pimentel, o ato visa dotar a sigla de estrutura para realizar as articulações necessárias em vista das eleições de 2020, quando o PSL terá candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador em inúmeras cidades do interior baiano, inclusive Guanambi. “Estamos trilhando um caminho de crescimento do PSL na Bahia, buscando ganhar musculatura para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nas eleições de 2020. O momento é propício, pois temos o presidente da República, Jair Bolsonaro, a maior bancada no Congresso Nacional e viremos fortes”, disse Alberto Pimentel.

O partido é presidido na Bahia pela deputada federal Professora Dayane Pimentel, esposa de Pimentel. Ele afirmou ainda que novas filiações e criação de mais diretórios serão anunciadas ainda este mês. “Efetivamos lideranças que estavam andando conosco desde as eleições e que agora poderão realizar um trabalho mais efetivo à frente do partido. Então nada melhor que nomear pessoas em quem confiamos”, disse.

Secretário do PSL na Bahia criou 15 diretórios municipais no último sábado

Segundo Marchesini, a comissão provisória do PSL em Guanambi é composta por pessoas alinhadas com o pensamento do partido e do presidente Bolsonaro. Questionado sobre as pretensões do partido em Guanambi, ele afirmou que o PSL estadual tem pretensão em ter candidatura própria a prefeito em todas as cidades da Bahia.

Divergência na Direita

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro em Guanambi uniram suas afinidades durante a pré-campanha presidencial e criaram o grupo Direita Guanambi. Um dos fundadores do grupo, o policial militar Carlos Novaes, não ficou satisfeito com a forma que a comissão provisória foi criada. Ele acredita que os membros da direção não dialogaram com o grupo antes de providenciarem a criação do partido. “Descobrimos que tinham três membros do grupo fazendo reuniões paralelas sem comunicar com o restante dos membros, enquanto fazíamos campanha, eles faziam articulação política em Salvador. Levaram o partido sem nos comunicar de nada”, disse.

Outros membros do grupo tentaram relativar o mal estar entre os membros da Direita Guanambi, dizendo que houve sim diálogo na escolha da comissão. Marchesini também minimiza a polêmica, ele disse que os membros do grupo com interesses partidários aderiram ao PSL, e que a outra parte do grupo que não quer esse envolvimento seguirá com sua militância de direita da mesma forma.

Carlos rebateu dizendo que o grupo Direita Guanambi continua forte e independente do diretório do PSL em Guanambi. “Melhor levar essa rasteira agora do que lá na frente. Seguiremos com nossas ações”, concluiu.




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