Reprodução
Anúncio

O governo bloqueou 44% do orçamento das Forças Armadas, o equivalente a quase R$ 6 bilhões. O assunto foi discutido na reunião conjunta dessa terça-feira (7) do Alto Comando das Forças Armadas. Os chefes militares justificaram o contingenciamento como necessário para cumprir exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal.  De acordo com a pasta, como se trata de bloqueio temporário, as atividades cotidianas do Ministério da Defesa não serão comprometidas e nem haverá cortes ou atrasos de projetos.

O Ministério da Defesa espera que o desbloqueio ocorra ainda ao longo deste ano, com a melhora do cenário econômico brasileiro, como informou o porta-voz da presidência, Rego Barros, em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

Ainda nesta terça, o porta-voz do Palácio do Planalto, Rego Barros destacou a recriação dos Ministérios da Integração Nacional e das Cidades.

De acordo com porta voz, caso o Congresso aprove a autonomia do Banco Central, este perderá o seus o status ministerial, de forma que se manterá a estrutura inicial com 22 ministérios.

Também nesta terça, o presidente Jair Bolsonaro disse que conversou com os presidente da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, e que houve convergência sobre a recriação do ministério. Sobre os outros pontos, Bolsonaro disse que o governo vai defender que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) permaneça dentro do Ministério da Justiça, conforme está no Decreto enviado ao Congresso Nacional.

Se você gosta do conteúdo da Agência Sertão, colabore para o aprimoramento do nosso Jornalismo a partir de R$ 10 por mês e seja um assinante - Saiba como!

 

O Coaf  que era vinculado ao Ministério da Economia, foi transferido para a pasta da Justiça. O órgão tem como principal função identificar possíveis práticas relacionadas à lavagem de dinheiro, corrupção e transações financeiras suspeitas.

A MP da reestruturação do governo deve ser votada na comissão especial mista do Congresso Nacional ainda esta semana e depois seguirá para os plenários da Câmara e do Senado. Ela tem que ser votada e aprovada até o dia 3 de junho, quando perde a validade.

*Informações da EBC

Responder

Por favor, escreva seu comentário
Digite seu nome aqui