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Prefeitura de Guanambi aprova ações para prevenção de IST

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Três resoluções do Conselho Municipal da Saúde (CMS) foram aprovadas pela Prefeitura de Guanambi, nesta segunda-feira (21). A decisão é voltada às ações que visem prevenir a propagação de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) no município.

A primeira resolução aprovou a relação de profissionais que realizaram os cursos de testes rápidos, elaborados pelo TELELAB. Os testes são relacionados aos diagnósticos de HIV, Sífilis e Hepatite e contou com a participação de 80 profissionais da Atenção Básica (mais de 50%, no total).

O TELELAB consiste em uma plataforma de capacitação a distância do Ministério da Saúde, on-linede livre acesso e gratuita, composta por cursos de diagnóstico das IST, incluindo aulas sobre os testes rápidos.

A segunda resolução aprovou a relação das Unidades Básicas de Saúde (UBS) cadastradas no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES que realizam os testes rápidos para HIV, Sífilis, Hepatites e aconselhamento.

Além do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) e do 1º Centro de Saúde – Deputado Gercino Coelho, mais 21 UBS foram aprovadas, em 17 bairros e nos três distritos de Guanambi.

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A terceira e última resolução, aprovou 100% das UBSs cadastradas no CNES a disponibilizarem preservativos masculinos e femininos.

De acordo com o Ministério da Saúde, o uso da camisinha (masculina ou feminina) em todas as relações sexuais (orais, anais e vaginais) é o método mais eficaz para evitar a transmissão das IST, do HIV/aids e das hepatites virais B e C.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima a ocorrência de mais de um milhão de casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) por dia no planeta. Ao ano, estima-se aproximadamente 357 milhões de novas infecções, entre HPV, clamídia, gonorreia, sífilis e tricomoníase.

O problema é comum também no Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram que a população entre 25 e 39 anos é a mais suscetível a contrair as enfermidades transmitidas pelo sexo.

Segundo o site da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), um pouco mais da metade dos jovens entre 15 e 24 anos usa preservativo na relação com parceiros eventuais. Os outros, partem para o risco e podem ser infectados pelo HIV, vírus que provoca a AIDS, papilomavírus, causador dos condilomas e câncer, entre outras enfermidades.

As consequências de algumas destas doenças podem ser drásticas, inclusive levando ao óbito. Outras são passíveis de prevenção com vacina disponível em postos de saúde, como é o caso do HPV.

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