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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Guanambi (CDL) emitiu uma nota nesta segunda-feira (27) sobre o último decreto expedido pela Prefeitura, onde ficou determinado o fechamento das atividades consideradas não essenciais.

A entidade afirma que vem participando de reuniões do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus levando as reivindicações da classe lojista e ressalta que não cabe à CDL normatizar as diretrizes adotas pelo poder público municipal.

A nota diz ainda que mais um fechamento de lojas é visto com apreensão, da mesma forma que o aumento de casos também preocupa a direção da CDL.

Por fim, a entidade diz que enviou aos seus associados uma solicitação de manifestações e pontos de vista para serem encaminhados por meio de um ofício à prefeitura de Guanambi na próxima sexta-feira (31).

Veja a nota

Ao longo dos esforços de profissionais, autoridades e da sociedade para combate à expansão da pandemia do Covid-19, temos nos mantido atentos às determinações e orientações de segurança, bem como funcionamento do comércio. Participamos de reuniões do comitê de enfrentamento e mantivemos contato com os agentes locais para apresentar as reivindicações da classe lojista.

Contudo, ressaltamos que não cabe à entidade normatizar as diretrizes de saúde adotadas pelos órgãos públicos, neste caso a Secretaria de Saúde, bem como o comportamento da comunidade diante de uma pandemia global, que oferece grave risco à saúde de todos. O município de Guanambi possui profissionais e órgãos que estão avaliando, criteriosamente, as reais possibilidades e limites possíveis neste momento.

Cientes de nosso papel, relembramos que a entidade solicitou da Prefeitura de Guanambi o funcionamento do comércio via delivery, quando esta prática ainda não era permitida, a fim de diminuir o impacto das restrições aos lojistas, colaboradores e clientes, além de outras medidas de ordem tributária, também para amenizar os efeitos negativos na economia local.

Recebemos a notícia do novo decreto novamente restringindo o funcionamento do comércio com apreensão, primeiro pela questão sanitária, pois os números vêm mostrando que a quantidade de contaminados aumenta vertiginosamente. Em segundo e não menos importante, sobre o impacto negativo no comércio já tão combalido pela crise.

É importante destacar que nas primeiras reuniões em meio ao primeiro fechamento do comércio, nas intensas conversas e negociações para reabertura, ficou convencionado na época que havendo o primeiro resultado positivo as regras seriam novamente intensificadas. Desde então, os casos positivos surgiram, esse número aumentou e nas últimas semanas os índices aumentaram, o que provavelmente embasou o novo posicionamento do município.

Nesta segunda-feira, dia 27, encaminhamos aos nossos associados uma solicitação de suas manifestações e pontos de vista sobre os impactos do atual decreto e enviaremos todos os registros em um documento a ser oficiado à Prefeitura de Guanambi, na próxima sexta-feira, 31/07.

Conclamamos pela conscientização e cuidado por parte lojistas, clientes e toda a sociedade para que não seja necessário manter o comércio fechado em função dos risco de contágio deste inimigo invisível.

Continuamos à disposição para dialogar e traçar juntos caminhos para a retomada dos negócios e fortalecimento de nossa classe.

At, Diretoria CDL de Guanambi

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