Foto: Vigilância Sanitária / Reprodução

Nove estabelecimentos foram interditados pela Vigilância Sanitária em Guanambi, no último domingo (16). As interdições aconteceram devido o descumprimento do horário determinado por Decreto Municipal.

As denúncias foram feitas por moradores e teve o apoio da Policia Militar no momento da interdição.  Segundo a Vigilância Sanitária, os estabelecimentos estão localizados nos seguintes bairros – um no Centro, dois no bairro Alvorada, dois na avenida Santos Dumont e quatro na avenida Guanabara.

A interdição dos estabelecimentos está prevista no Decreto Municipal nº 818 e na Portaria nº 23 de 07 de agosto de 2020, que regulamentam o funcionamento de estabelecimentos de serviços de alimentação, com observância ao enfrentamento da Emergência em Saúde Pública de combate ao contágio e proliferação do Novo Coronavírus (COVID-19).

A flexibilização para abertura de estabelecimentos comerciais permitiu o funcionamento de estabelecimentos do ramo, no entanto, determinou um regramento que, entre outras medidas, permite que os comércios fiquem abertos somente até as 21h.

Os estabelecimentos que foram autuados se reuniram nesta segunda (17) com a coordenação do Departamento e fiscais atuantes, responsáveis pelo parecer técnico da Vigilância Sanitária, onde foi definida a penalidade de advertência, segundo o Código Sanitário do Município – Lei nº 1256/2019.

Além dos estabelecimentos, ainda no domingo, a fiscalização também atendeu a denúncia de  festa com som ao vivo em residência no bairro Santo André, recebida pela Central de atendimentos da Polícia Militar de Guanambi (Cicom). A festa foi interrompida e ninguém foi detido.

Interdições anteriores 

No dia 06 de abril a Vigilância Sanitária de Guanambi também interditou  duas lanchonetes na praça Gercino Coelho, o motivo foi que os estabelecimentos estariam permitindo a entrada de clientes. À época, a equipe constatou que, além dos clientes entrarem para comprar, havia um grande fluxo de pessoas na fila.

Diante da situação, vários comércios que estavam com a porta entre aberto, fecharam e deixam de permitir a entrada de cliente. À época, estava em vigor um decreto com restrições ao funcionamento do comércio até o dia 23 de maio.

 

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