Foto: Edu Vale | Agência Sertão

A Agência dos Correios de Guanambi está fechada desde quinta-feira (20). Nas portas foram anexadas um comunicado afirmando que é necessários os clientes irem na cidade de Caetité para realizar os serviços. O motivo do fechamento, até o momento, não foi divulgado pela empresa.

Segundo o site Sudoeste Bahia, a empresa emitiu nota confirmando o fechamento provisório da agencia e avisando que a reabertura é prevista para o dia 03 de setembro. Também foi ressaltando que desde março a agência vem tomando todas as medidas cabíveis para prevenção do coronavírus.

A distância de Guanambi à Caetité é de 40km e de acordo com o comunicado, os serviços da Agência de Caetité estão sendo realizados de segunda a sexta-feiras das 8h às 12h e das 13 às 16h, na Praça Deocleciano Teixeira, nº 07 no bairro Centro em Caetité.

Geovane Santos | Agência Sertão

Segundo apurado pela Agência Sertão, o Centro de Distribuição continua funcionando de maneira parcial devido à adesão de parte dos trabalhadores à greve iniciada na semana passada.

Greve dos funcionários do Correios

Os funcionários do Correios estão em greve desde o dia 18 de agosto em todo território nacional. A categoria protesta contra os planos de privatização da empresa estatal elaborados pelo Ministério da Economia. Além disso, os grevistas protestam contra o que chamam de “negligência com a saúde dos trabalhadores” durante a pandemia de coronavírus e contra a “retirada” de direitos trabalhistas.

A Assessoria de Imprensa dos Correios informou em nota um dia antes da paralisação que a paralisação parcial de seus empregados não afeta os serviços de atendimento da estatal. Segundo a empresa, levantamento parcial mostrava que 83% do efetivo total dos Correios no Brasil estava trabalhando regularmente. E que a empresa já tinha colocado em prática seu Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população.

Nesta terça-feira (25), com a manutenção da greve dos trabalhadores por tempo indeterminado, os Correios ajuizaram  o Dissídio Coletivo de Greve no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Com isso, agora caberá ao tribunal tentar arbitrar a situação entre trabalhadores e empregadores.

Na última sexta-feira, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) formaram maioria para manter liminar que previa apenas um ano de vigência do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Com isso, a negociação recomeça do zero.

A representação da empresa foi distribuída para o atual vice-presidente do TST, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. A expectativa agora é que o ministro chame as partes para a conciliação e se não houve acordo o TST julga e decide sobre o dissídio.

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