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Vitória da Conquista

MP instaura inquérito para apurar necessidade de proteção policial para ciganos na Bahia

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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito, nesta segunda-feira (31), para apurar a necessidade de policiamento para proteger pessoas de origem cigana em Camaçari, cidade que fica na Região Metropolitana de Salvador.

Em menos de 24 horas, entre os dias 11 e 12 de janeiro, quatro assassinatos foram registrados no município e também em Dias D'Ávila, município vizinho de Camaçari, que também fica na RMS. Um quinto caso foi registrado na cidade de Santo Amaro, no recôncavo baiano.

Os casos foram denunciados pelo Instituto Cigano do Brasil (ICB), que protocolou um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) para investigar os homicídios.

De acordo com o instituto, não há informações sobre as autorias e motivações das cinco mortes.

Oito ciganos da mesma família morreram em Vitória da Conquista em 2021

Em 2021, oito ciganos de uma mesma família foram mortos em Vitória da Conquista, após a morte de dois policiais militares. Um adolescente de 14 anos, foi morto em uma farmácia no centro de Vitória da Conquista e a polícia nega envolvimento com o caso. Os outros sete à polícia alega que resistiramprisão e morreram em confronto.

Na época, cinco mulheres e sete crianças de uma família de ciganos de Vitória da Conquista passaram a ser acompanhadas pela Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE/BA) e a instituição incluíram em um programa de proteção a testemunhas.

O motivo foram as denúncias de perseguição após o duplo homicídio dos dois policiais. A DPE/BA afirma que recebeu informações que relataram perseguição por parte de policias militares à comunidade, onde vivem outras famílias de etnia cigana. A demanda foi notificada à Defensoria por meio da Ouvidoria Cidadã.

Em agosto do mesmo ano, o presidente do Instituto Cigano do Brasil (ICB), Rogerio Ribeiro, denunciou  que uma idosa de 82 anos e três adolescentes de etnias ciganas foram vítimas de tontura por polícias em Vitória da Conquista. Elas são parentes dos suspeitos de assinarem dois policias militares na zona rural de Vitória da Conquista no último dia 13. 

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