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Vitória da Conquista

Sindicato vai vender botijão de gás a R$ 50 durante ação em dois bairros de Vitória da Conquista

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Tiago Marqueshttps://agenciasertao.com/
Tiago Marques é redator e editor do site Agência Sertão. Trabalha com produção de conteúdo noticioso para rádio e internet desde 2015.
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O Sindipetro Bahia vai realizar uma ação pelo preço justo do gás de cozinha em Vitória da Conquista nesta quinta-feira (26). Moradores de dois bairros poderão recarregar o botijão de 13 quilos pelo preço de R$ 50.

O sindicato já realizou a ação em diversos bairros de Salvador e em outras cidades do interior do Estado.

A primeira ação acontece a partir das 7h30, na Praça Seu Rosa (Praça da Quadra), no Bairro Nova Cidade. As 70 primeiras pessoas que chegarem ao local poderão adquirir o botijão de gás pelo preço promocional, o restante do valor do produto será subsidiado pelo Sindipetro. É preciso levar o botijão vazio para fazer a troca e não será permitido mais de um botijão por pessoa.

Neste mesmo dia, às 12h, acontece outra ação na Rua Feira de Santana, 785 (em frente ao espaço Farol), no Loteamento Bruno Bacelar Etapa II. Da mesma forma que pela manhã. a ação será por ordem de chegada e também serão disponibilizados 70 botijões pelo valor unitário de R$ 50,00.

De acordo com o Sindipetro, a ação do preço justo, que acontece desde 2019, tem o objetivo de denunciar os prejuízos provocados pela política de preços dos combustíveis da Petrobrás e da Acelen, empresa que hoje administra a Refinaria Landulpho Alves, após privatização.

O Sindipetro afirma que defende a mudança da política de dolarização dos preços do gás de cozinha, da gasolina e diesel adotada no Brasil pelos governos Temer e Bolsonaro. A entidade sindical também defende uma política específica para o gás de cozinha por esse um produto essencial

O Diretor de Comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa, chama a atenção para o fato de que “na Bahia, após privatização da Refinaria Landulpho Alves (Rlam), os preços dos combustíveis ficaram ainda mais caros do que no restante do país porque foi criado um monopólio privado internacional de petróleo no estado e a Acelen – empresa criada pelo grupo árabe Mubadala para administrar a Rlam, atual Refinaria de Mataripe – dita os preços dos produtos, sem nenhuma concorrência”.

Em cinco meses, a empresa privada efetuou 10 reajustes no preço do diesel e 8 no da gasolina. Já o gás de cozinha sofreu 3 reajustes neste mesmo período, acumulando um percentual de aumento de 17,02%, enquanto a Petrobrás reajustou o produto em 10%.

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