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Com mais 11.518 postos em agosto, a Bahia contabiliza 67.626 novas vagas no ano

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A Bahia registrou em agosto deste ano cerca de 11.518 novos postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 82.230 admissões e 70.712 desligamentos. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), trata-se do oitavo mês seguido com saldo positivo. A capital do estado, Salvador, registrou um saldo de 3.724 postos de trabalho celetista no mês.

De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan).

De acordo com a SEI, na Bahia o saldo de agosto revelou-se superior ao de julho (+5.147 postos) e inferior ao do mesmo mês do ano passado (+17.749 postos). Além do mais, dos oito meses deste ano, o resultado de agosto somente não se mostrou melhor do que o do mês de abril (+11.641 postos) – ou seja, trata-se do segundo melhor saldo mensal do ano até agora.

Com o saldo de agosto, a Bahia passou a contar com 1.969.175 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,59% sobre o quantitativo do mês imediatamente anterior. Salvador, por sua vez, contabilizou 618.696 vínculos, equivalente a um aumento de 0,61% sobre o montante de empregos existente em julho.

No mês, o Brasil computou um saldo de 220.844 vagas, enquanto o Nordeste registrou 63.774 novos postos – representando variações relativas de 0,51% e 0,89% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. A Bahia (+0,59%), portanto, de julho a agosto, exibiu um aumento relativo do estoque de vínculos maior do que o do país e menor do que o da região nordestina.

As 27 unidades federativas do território nacional apontaram crescimento do emprego celetista em agosto deste ano. A Bahia, com 11.518 novos postos, exibiu o sexto maior saldo do país. Em termos relativos, com variação percentual de 0,59%, situou-se na 14ª posição.

No Nordeste, em agosto, todos os nove estados experimentaram alta do emprego formal. Em termos absolutos, a Bahia (+11.518 postos) ocupou a segunda colocação na geração de vagas entre as unidades nordestinas no mês. Em termos relativos, por outro lado, o estado baiano (+0,59%) situou-se na penúltima posição na região nordestina.

Na Região Nordeste, no que concerne à geração de postos, Pernambuco foi o de maior saldo, com 15.566 novos postos. Em seguida, vieram os estados da Bahia (+11.518 vínculos), Ceará (+10.932 vagas), Paraíba (+8.782 postos), Rio Grande do Norte (+5.975 postos), Alagoas (+3.383 vagas), Piauí (+2.764 empregos celetistas), Sergipe (+2.445 vínculos) e Maranhão (+2.409 vagas).

Do ponto de vista da variação relativa mensal do estoque, o estado da Paraíba (+1,95%) foi o destaque da região nordestina, tendo sido acompanhado pelo Rio Grande do Norte (+1,28%), Pernambuco (+1,12%), Alagoas (+0,87%), Ceará (+0,86%), Piauí (0,84%), Sergipe (+0,82%), Bahia (0,59%) e Maranhão (0,40%).

No agregado dos oito primeiros meses de 2023, levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, a Bahia preencheu 67.626 novas vagas – aumento de 3,56% em relação ao total de vínculos celetistas do começo do ano. O município de Salvador, por sua vez, registrou 13.562 novos postos no período (variação positiva de 2,24%).

O crescimento do emprego celetista também foi observado no Brasil e no Nordeste no acumulado do ano, com 1.388.062 e 196.806 novas vagas, respectivamente – significando, nessa ordem, aumentos relativos de 3,27% e 2,81% em relação ao quantitativo de empregos celetistas no início do ano. A Bahia (+3,56%), dessa forma, no ano, exibiu um crescimento relativo do emprego formal maior tanto do que o do país quanto do que o do Nordeste.

Do conjunto das 27 unidades federativas do país, 26 delas contaram com aumento do quantitativo de empregos celetistas no acumulado deste ano. O estado de Alagoas (-1.965 postos) foi o único com saldo negativo. A Bahia, com 67.626 novos postos, exibiu o sétimo maior saldo agregado do país. O desempenho relativo baiano, com alta de 3,56% no ano, posicionou o estado na 14ª colocação no país como um todo.

Ainda em termos de saldo acumulado no ano, a unidade federativa baiana (+67.626 vagas) continuou à frente das demais do Nordeste, que contou com Ceará (+37.966 postos) e Pernambuco (+25.042 vínculos) na segunda e terceira posições, respectivamente. Em termos proporcionais, no ano, a Bahia (+3,56%) ficou na segunda posição dentro da região nordestina, atrás apenas do Piauí (+6,14%).

Na Bahia, em agosto, todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldo positivo de postos de trabalho celetista. O segmento de Serviços (+5.027 vagas) foi o que mais gerou postos dentre os setores. Em seguida, Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+1.992 empregos), Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (+1.893 vínculos), Indústria geral (+1.443 postos) e Construção (+1.163 vagas) também foram responsáveis pela geração.

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