O prazo para cadastro de oficineiros e estudantes interessados no Projeto Férias na Escola, da rede estadual de ensino da Bahia, termina nesta sexta-feira, 9 de janeiro.
A iniciativa, que ocorrerá de 12 a 30 de janeiro, visa movimentar escolas e comunidades durante o recesso escolar. Até quinta-feira (8), cerca de 20 mil estudantes de 866 escolas e 4.241 comunidades em 370 municípios baianos já estavam inscritos.
Os oficineiros devem comparecer presencialmente à escola onde pretendem atuar, levando RG, CPF, comprovante de residência e certidão de antecedentes criminais atualizada. Também é necessário apresentar comprovação de capacidade técnica, que pode ser emitida por associações ou entidades representativas, especialmente para atividades como capoeira e futsal.
Caso possuam vínculo empregatício, devem apresentar atestado de turno de atuação e assinar o termo de compromisso e o formulário de inscrição.
Atividades e Inscrições
Durante o projeto, as escolas oferecerão experiências em arte, cultura, esporte, lazer, saúde e bem-estar, conduzidas por voluntários. As oficinas visam estimular o protagonismo juvenil e a participação comunitária, abordando linguagens como cultura corporal, tecnologia e comunicação, além de práticas identitárias, como o Projeto Capoeira das Escolas. Os horários das oficinas serão divulgados posteriormente.
Os estudantes participantes terão refeições diárias, garantindo segurança alimentar. Interessados devem procurar a escola onde estudam para se inscrever. Caso estejam fora de sua cidade, podem se inscrever na escola estadual local, identificando-se como alunos da rede estadual. Estudantes do 9º ano das escolas municipais também podem participar das oficinas nas escolas estaduais.
Segundo a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC), o Projeto Férias na Escola, regulamentado pela Portaria nº 83/2024 e parte da ação Educa Mais Bahia, abre as escolas cadastradas no Sistema de Acompanhamento de Gestão (SAG) durante as férias letivas. A iniciativa busca fortalecer vínculos e valorizar os saberes do território, transformando a escola em um espaço de convivência.
