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Sindicato de Agentes penitenciários denunciam regalias ao prefeito de Riacho de Santana

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Tiago Marques
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Tiago Marques é redator e editor do site Agência Sertão. Trabalha com produção de conteúdo noticioso para rádio e internet desde 2015.
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Tiago Marques | Redação 96FM

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Preso desde o dia 05 de Maio, o prefeito afastado de Riacho de Santana, Tito Eugênio Cardoso e seus ‘dois comparsas’ têm obtido tratamento VIP no Centro de Observação Penal (COP) em Salvador, o local onde eles estão custodiados funciona atualmente como unidade de trânsito e centro de triagem de presos. A denuncia foi feita pelo Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado da Bahia. Segundo o sindicato, eles são tratados como “presos ilustres” pelo Superintendente de Gestão Prisional, Nestor Duarte.

Os agentes afirmam que os políticos estão custodiados de forma irregular, uma vez que o local é uma unidade de trânsito, e serve apenas como um centro de triagem de presos, que são transferidos imediatamente para unidades prisionais. Lá são feitos os cadastros e os exames de saúde dos detentos. A presença dos “presos ilustres” têm atrapalhado o andamento dos atendimento no COP, onde passam diariamente cerca de 60 presos. Todos os dias eles recebem visitas de familiares, advogados e políticos. “O lugar parece uma casa legislativa pelo entra e sai de políticos, inclusive deputado Federal “, reclama um agente.

Os políticos ainda têm muitas regalias na prisão, eles têm acesso a eletrodomésticos e alimentos com fartura por ordem da SEAP. “A Superintendência criou uma função laborativa denominada “faxina cultural” para justificar a permanência destes criminosos fora do cárcere. Essa função jamais existiu no Sistema Prisional baiano. Se a Bahia tem precedentes em absurdos a SEAP está reinventado o significado da palavra, visto que suas absurdas práticas não têm limites.”, disseram os agentes.

Após a publicação da nota no site do sindicato, os presos foram transferidos para um presídio.

Tito Eugênio, o seu chefe de gabinete e mais uma pessoa foram presos após a deflagração da operação Imperador, que apura desvios milionários de recursos do transporte escolar em Riacho de Santana, ele também já teve seus bens bloqueados pela justiça. A polícia federal também pediu o indiciamento do prefeito de Candiba, Reginaldo Prado, por participação no esquema, segundo a PF, Reginaldo forneceu ‘ônibus fictícios’ para o esquema de Tito Eugênio.

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