A alimentação inadequada e o sedentarismo são alguns dos fatores de risco para o surgimento de várias doenças entre adultos e crianças. A partir de pesquisas desenvolvidas em sala de aula, os estudantes do curso técnico de Nutrição e Dietética, do Centro Estadual de Educação Profissional em Saúde e Gestão de Guanambi, resolveram desenvolver um projeto com funcionários da unidade escolar. Aliando teoria e prática, os estudantes estão contribuindo para que toda a comunidade escolar adote hábitos saudáveis no cotidiano.
O resultado deste projeto foi apresentado para a população de Guanambi durante a I Mostra de Projetos de Tecnologia Social do CEEP, no último sábado (24). A partir de questionários e coleta de dados, como peso, altura e o Índice de Massa Corpórea (IMC), os alunos chegaram a um diagnóstico e passaram a disponibilizar orientações nutricionais aos interessados. “Percebemos que muitos acabam preferindo alimentos prontos, devido a correria do dia a dia”, afirma Yuri Donato, 17 anos, do 2º ano, participante do projeto. “Tudo isso, somado a ausência de atividade física refletiu significativamente nos resultados, mostrando que segundo a tabela de riscos apresentada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), os ‘pacientes’ estão numa zona de médio a risco aumentado de pressão arterial e diabetes”, acrescenta o estudante.
A alimentação inadequada e o sedentarismo são alguns dos fatores de risco para o surgimento de várias doenças entre adultos e crianças. A partir de pesquisas desenvolvidas em sala de aula, os estudantes do curso técnico de Nutrição e Dietética, do Centro Estadual de Educação Profissional em Saúde e Gestão de Guanambi, resolveram desenvolver um projeto com funcionários da unidade escolar. Aliando teoria e prática, os estudantes estão contribuindo para que toda a comunidade escolar adote hábitos saudáveis no cotidiano.
O resultado deste projeto foi apresentado para a população de Guanambi durante a I Mostra de Projetos de Tecnologia Social do CEEP, no último sábado (24). A partir de questionários e coleta de dados, como peso, altura e o Índice de Massa Corpórea (IMC), os alunos chegaram a um diagnóstico e passaram a disponibilizar orientações nutricionais aos interessados. “Percebemos que muitos acabam preferindo alimentos prontos, devido a correria do dia a dia”, afirma Yuri Donato, 17 anos, do 2º ano, participante do projeto. “Tudo isso, somado a ausência de atividade física refletiu significativamente nos resultados, mostrando que segundo a tabela de riscos apresentada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), os ‘pacientes’ estão numa zona de médio a risco aumentado de pressão arterial e diabetes”, acrescenta o estudante.
Fonte: Secretaria de Estado de Educação | Fotos: Arquivo Pessoal

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