(Foto: leitor Agência Sertão)

A segunda operação de combate a crimes ambientais relacionados a desmatamento, produção e comercialização ilegal de carvão vegetal foi realizada pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) na região de Guanambi.

A operação que é batizada como Terra de Fogo, aconteceu em Palmas de Monte Alto, Malhada e Riacho de Santana. No total,  4058 km foram percorridos, identificados mais 370 hectares desmatadas, 66 fornos de carvão dos quais 58 estavam em operação e 788 metros cúbicos de carvão ilegal cubados.

(Foto: leitor Agência Sertão)

Além disso, 1.327 estéreos de lenha foram identificadas e 1.969 mourões de madeira protegida, dos quais 300 foram doados para escola agrícola de Riacho de Santana.

Segundo informações obtidas pela Agência Sertão, nesta fase foram utilizados recursos tecnológicos como imagens de satélite e veículos remotamente controlados (drones) para identificação de desmatamentos e carvoarias.

De acordo com fontes, os infratores fugiram do local, porém foram identificados para aplicação das sansões cabíveis e responderão processo administrativo, civil e criminal.

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1º Operação Terra de Fogo

A primeira operação na região de Guanambi aconteceu no final de setembro, nas cidades de Guanambi, Palmas de Monte Alto e Sebastião Laranjeiras. Nessa operação,  foram destruiu 103 fornos para produção de carvão. Os fiscais apreenderam um motosserra, 136 st (pilha de madeira com 1 metro cúbico) de lenha, 40 MDC de carvão, 12 toras de aroeira e 40 toras de angico.

Ao todo, a área desmatada constatada durante a operação foi de 250 hectares de matas nativas. Sete autos de infração foram lavrados para punir os responsáveis pelos crimes flagrados.

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