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O Conselho Municipal de Saúde de Guanambi (CMS), em nota pública emitida nesta segunda-feira (18), alerta para a questão do serviço de moto táxi e solicita que o município garanta amparo físico e profissional para as vigilâncias de Guanambi.

O motivo para que os profissionais das vigilâncias recebam mais amparo, segundo o CMS, “é para que estas possam atuar na fiscalização e coerção de todos aqueles que venham a descumprir as medidas de distanciamento social que estão sendo adotadas no município”.

Sobre o Moto táxi, o Conselho considera que o poder público não dispõe de recursos que garantam uma eficiente e eficaz fiscalização do cumprimento das medidas de prevenção recomendadas a esse serviço e por isso alerta para a prestação desse serviço.

Em nota, o CMS de Guanambi considera a edição do Decreto Municipal Nº 761 de 15 de maio de 2020 que suspende o funcionamento do comércio como uma medida oportuna, sensata e responsável por parte do Prefeito Municipal. Bem com, afirma que o CMS se posiciona favoravelmente e emprega total apoio a gestão municipal na tomada desta decisão.

O Conselho ainda solicita que pessoas e empresas formadoras de opinião pública na cidade ajudem na propagação de medidas de segurança. “Entendendo que trata-se de um momento que exige união e participação de toda a sociedade municipal, solicitamos que as lideranças politicas, partidárias, associações de bairro, entidades filantrópicas, imprensa de rádio e mídias sociais, personalidades e formadores de opinião do município abracem “a causa da vida” usando de seus meios de comunicação e poder de influência para intensificar as ações de educação em saúde que visem a prevenção a Covid-19”, afirma a nota.

Confira a nota completa

No dia 07 deste mês, o CMS também emitiu nota pública expressando preocupação e contrariedade a edição do decreto Nº 746 de 4 de Maio de 2020 e as portarias que flexibilizaram o funcionamento de bares, restaurantes, cultos e manifestações religiosas e academias em Guanambi.

Na nota, o CMS pontua que é prerrogativa do chefe do executivo municipal a adoção de medidas administrativas e gerenciais na cidade, no entanto, pondera que essas decisões devem ser pautadas pela “responsabilidade com a vida” e embasadas pelas mais rigorosas recomendações, orientações e preceitos científicos que possuam notória eficácia, eficiência e evidência científica.

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