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O preço da gasolina subiu pela oitava semana seguida em Guanambi. Segundo o último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a alta acumulada no mês de julho foi de 8,8% na cidade. Considerando as últimas oito semanas, o preço da gasolina está 14,1% mais caro.

No fim de maio, a gasolina comercializada em Guanambi custa em média R$ 4,05 (de R$ 3,96 a R$ 4,19). Já na última semana de junho, o preço médio era de R$ 4,25 (de R$ 4,14 a R$ 4,45). Na última semana de julho, os consumidores estão pagando em média R$ 4,63 pelo litro da gasolina, preço que varia de R$ 4,50 a R$ 4,70.

O preço pago pelos postos às distribuidoras também subiu consideravelmente nos períodos analisados. No fim de maio, o produto chegava até as bombas por R$ 3,36 e na última semana o preço médio para revenda foi de R$ 3,965, alta de 17,8%. O lucro médio praticado pelos postos foi de R$ 0,66 por litro.

O preço da gasolina em Guanambi foi alvo de uma representação no Ministério Público em 2019. No entanto, após investigação do órgão, foi concluído que não há indícios de formação de cartal ou qualquer prática relacionada à combinação de preços.

Na vizinha Caetité, o preço da gasolina está praticamente estável há três semanas. O produto custa R$ 4,69 em quase todos os postos. Até a última semana, os postos da cidade vendiam a gasolina mais cara entre os 30 municípios baianos pesquisados pela ANP. A primeira colocação foi ultrapassada por Juazeiro, onde o produto custa em média R$ 4,89 e por Livramento de Nossa Senhora, onde os postos vendem gasolina por R$ 4,72. Eunápolis também teve aumento e lá o produto também custa em média R$ 4,69.

Barreiras continua com a gasolina mais barata do Estado mesmo após recentes aumentos. Lá o produto pode ser encontrado entre R$ 4,24 e R$ 4,80 (média de R$ 4,32). Serrinha aparece em segundo com preço variando entre R$ 4,21 e R$ 4,40 (média de R$ 4,33) e Teixeira de Freitas em terceiro, com variação de R$ 3,94 e R$ 4,60 (média de R$ 4,34).

A elevação dos valores praticados nas bombas tem acompanhado uma série de aumentos praticados pela Petrobras nas refinarias desde meados de abril. No entanto, a estatal anunciou nesta sexta-feira (31) a primeira redução no período, com corte de 4% na gasolina.

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