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Governo da Bahia sela compromisso para se tornar zona livre de Febre Aftosa sem vacinação

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Tiago Marqueshttps://agenciasertao.com/
Tiago Marques é redator e editor do site Agência Sertão. Trabalha com produção de conteúdo noticioso para rádio e internet desde 2015.

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A Bahia avançou mais uma etapa da maratona rumo ao cobiçado status de Zona Livre da Aftosa sem Vacinação, após a carta de compromisso do governo do estado endereçada à ministra da Agricultura Tereza Cristina, reforçando o empenho e detalhando o planejamento para assegurar a conquista da mudança de status sanitário em 2023.

“A correspondência do governador à ministra é uma prova inequívoca de que Rui Costa tem compromisso selado com o agronegócio baiano, uma vez que a garantia de rebanhos imunizados significa que os produtos cárneos aqui produzidos terão segurança sanitária com alcance garantido nos mercados mais exigentes em sanidade do mundo, o que beneficia também os produtos da agricultura baiana, gerando mais emprego e renda. O alcance desse status valoriza o rebanho baiano e consequentemente aumenta o patrimônio dos pecuaristas”, contabiliza Maurício Bacelar, diretor-geral da ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia).

A ADAB é o braço do governo baiano responsável pelas intervenções agropecuárias necessárias para a conquista do status de zona livre sem vacinação e de implementação do PNEFA (Plano Nacional de Vigilância da Aftosa), coordenado pelo MAPA. O compromisso manifestado pelo governo envolve também a SEAGRI (Secretaria Estadual da Agricultura) e todos os elos da cadeia produtiva em prol do fortalecimento do sistema de vigilância em saúde animal.

A valorização do patrimônio dos produtores passa pela sanidade dos rebanhos, referencial eliminatório quando o assunto é exportação. “Para se ter uma ideia, muitos países interessados em exportar sua carne não encontram mercado por não apresentarem status sanitário adequado e o da Bahia, muito em breve, será diferenciado”, comemora Maurício.

A expectativa é que o esforço do governo baiano para a sustentabilidade do PNEFA e a conquista dos benefícios mercadológicos decorrentes, sejam compartilhados também pelos outros 10 estados que integram o Grupo IV do Plano para Erradicação da Febre Aftosa no Brasil, considerada pelos organismos de controle, a mais importante doença que afeta os animais.

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Participam do Bloco IV além da Bahia, os estados de Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal. A imunização contra a Febre Aftosa envolve bovinos e bubalinos de todas as idades e acontece em duas etapas ao longo do ano.

Em 2020, a Bahia vacinou na primeira etapa no mês de maio, 93,65% do seu rebanho, e em novembro, 93,99%. O estado alcançou a nota 1.1, uma das menores pontuações do país na avaliação de probabilidade de risco para reintrodução da Febre Aftosa, em escala que vai até 5, estimada pelo MAPA.

Via Secom-BA

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