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Operação da corregedoria prendeu investigador e afastou delegado da Polícia Civil da Bahia

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Tiago Marqueshttps://agenciasertao.com/
Tiago Marques é redator e editor do site Agência Sertão. Trabalha com produção de conteúdo noticioso para rádio e internet desde 2015.
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Um  investigador foi preso e um delegado da Polícia Civil da Bahia foi afastado durante a segunda fase da Operação Casmurro, deflagrada pela Corregedoria Geral da Secretaria da Segurança Pública em ação conjunta com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), através da Força-Tarefa de Combate a Grupos de Extermínio e Extorsões.

Também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão na ação ocorrida na manhã desta quarta-feira (2), nos municípios de Seabra e Cachoeira.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), a nova fase tem o objetivo apurar a participação de policiais civis nos crimes de tráfico de drogas e associação, lavagem de dinheiro, fraude processual, entre outros delitos.

De acordo com o corregedor-geral da SSP, Nelson Pires, foram apreendidas armas de fogo, celulares e documentos referentes à aquisição de imóveis e outros bens. O material recolhido durante as buscas será analisado para verificar a existência de vínculos entre os servidores e traficantes que cultivavam maconha na região.

Esta fase contou com a participação de cerca de 40 policiais civis e militares. Já a primeira parte da operação, ocorrida em abril, cumpriu mandados contra três policiais civis e um homem não-policial, que também integrava o grupo criminoso.

Segundo o MP-BA, foram apurados indícios da prática de tráfico de drogas por  policiais civis lotados na 13ª Coorpin, em Seabra. Investigações da Polícia Civil descobriram, em junho de 2020, uma extensa plantação de maconha no Povoado de Baixio da Aguada, zona rural de Seabra, com previsão de colheita de três toneladas da droga.

A investigação revelou que os traficantes e os policiais, com o intermédio de um empresário local com grande influência na Polícia local, fecharam estabeleceram uma propina de R$220 mil e a droga apreendida não foi completamente incinerada. Assim, os policiais permitiram a colheita do restante da droga, e ainda ajudaram a transportá-la dentro das viaturas da polícia, para armazenamento em propriedade rural do empresário, até que fossem finalmente enviadas para a cidade de Salvador.

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