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Corrida eleitoral ao Governo da Bahia tem pelo menos cinco pré-candidaturas oficiais

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Tiago Marqueshttps://agenciasertao.com/
Tiago Marques é redator e editor do site Agência Sertão. Trabalha com produção de conteúdo noticioso para rádio e internet desde 2015.
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Faltando pouco mais de duas semanas para o fim do prazo da filiação partidária visando as eleições de outubro, cinco partidos possuem pré-candidatos definidos ao Governo do Estado. A movimentação tem sido intensa nas últimas semana e muitas definições ocorreram nos últimos dias.

A maior definição foi o nome de Jerônimo Rodrigues, atual secretário de Educação do Estado, como candidato do PT ao executivo. O ex-governador e senador Jaques Wagner era o nome favorito da sigla, no entanto, ele teria desistido da disputa do pleito para continuar no Senado ou quem sabe assumir algum ministério em um eventual governo de Lula a partir de 2023.

Além dos candidatos, começa a se desenhar também o cenário de alianças. O movimento mais importante foi a saída definitiva do Progressista (PP) da base de apoio do governador Rui Costa (PT), anunciada por lideranças da sigla nesta segunda-feira (14). Todos os cargos do partido no Governo Estadual foram entregues, inclusive do vice-governador João Leão, que acumulava a função de secretário de Planejamento.

O maior aliado de Jair Bolsonaro na Bahia, o ministro da Cidadania, João Roma, também foi lançado pré-candidato ao governo estadual pelo próprio presidente na última semana. Atualmente no Republicanos, o ministro deve migrar para o PL, mesmo partido de seu chefe. No entanto, ainda enfrente resistências para concretizar a candidatura.

As outras pré-candidaturas definidas são do PCB, que lançou o professor da rede estadual, Giovani Damico, e do PSol, que definiu o nome do cientista social Kleber Rosa para disputar a eleição de outubro.

Para o Senado Federal, os nomes cotados são do atual senador Otto Alencar (PSD), da médica Raissa Soares (PL), a militante política Tâmara Azevedo (PSol), o ex-prefeito de Feira de Santana, João Ronaldo (União Brasil), o deputado federal e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PSB), o deputado federal Cacá Leão (PP) ou seu pai e atual vice-governador, João Leão (PP).

ACM Neto (União Brasil)

Pré-candidato desde que deixou a Prefeitura de Salvador, ACM Neto já havia oficializado sua intensão de concorrer à vaga para residir no Palácio de Ondina e comandar o executivo estadual. Ele está à frente nas principais pesquisas de intenção de voto registradas , no entanto, o cenário desenhado atualmente ainda não foi testado nas pesquisas.

Com a saída do PP do páreo, o mais provável é que haja uma aliança que pode definir a indicação de João Leão a uma vaga no Senado na chapa de ACM Neto. Aos 43 anos, o principal herdeiro político de Antônio Carlos Magalhães foi deputado federal por dois mandatos, entre 2003 e 2012, e prefeito de Salvador também por dois mandatos, de 2013 a 2020.

Jerônimo Rodrigues (PT)

No poder há quase 16 anos, com quatro vitórias seguidas sobre o grupo considerado 'carlista', o PT lançou na última sexta-feira o seu nome para tentar a sucessão do Governador Rui Costa, já no fim de seu segundo mandato.

Além de secretário de Educação da Bahia, Jerônimo Rodrigues é professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Ele é natural de Jequié e formado em agronomia, além de mestre em Ciências Agrárias.

Na política, atuou em diversas áreas, como secretário executivo adjunto do Ministério do Desenvolvimento Agrário; secretário nacional do Desenvolvimento Social; assessor especial da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia; assessor especial da Secretaria de Planejamento; secretário de Desenvolvimento Rural.

As próximas pesquisas devem indicar como está sendo a aceitação do eleitorado baiano à escolha do PT para substituir Rui Costa.

João Roma (Republicanos ou PL)

O nome do ministro da Cidadania João Roma tem sido trabalhado há pelo menos um anos pelo presidente Jair Bolsonaro para garantir um palanque forte no Estado, cujas eleições majoritárias têm sido predominantes para o PT ultimamente.

O ex-chefe de gabinete de ACM Neto na prefeitura de Salvador foi eleito deputado federal na legislatura atual e segue afastado do cargo desde fevereiro de 2021, quando assumiu o ministério.

Com a aproximação de Bolsonaro, Roma acabou se afastando de ACM Neto e pode atrapalhar os planos de vitória no primeiro turno do seu ex-chefe, uma vez que pode angariar muitos votos do bolsonarismo baiano, antes, mais identificado com o grupo político do ex-prefeito.

Giovani Damico (PCB)

O nome do professor de geografia da rede estadual de ensino, Giovani Damico foi oficializado pelo PCB na última sexta-feira. Ele foi candidato a vereador em Salvador nas eleições passadas, mas não conseguiu se eleger.

De acordo com o partido, o candidato pretende suprir o curto tempo de visibilidade na cadeia de rádio e televisão com intensa mobilização nas ruas, com pautas que, segundo ele, não são discutidas pelo grupo que governa o estado e pelo grupo que lidera as pesquisas para esta eleição.

Kleber Rosa (PSol)

O pré-candidato lançado pelo PSol ao governo do estado é o cientista social e mestre em Educação Kleber Rosa. O postulante ao cargo tem 45 anos e atual na diretoria da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (Fetrab).

O anúncio foi feito durante Conferência Eleitoral do partido. O evento ocorreu de forma virtual e contou com as participações de delegados do partido de Salvador, do interior baiano e Região Metropolitana. Além de Kleber, foram também apresentadas as pré-candidaturas de Ronaldo Santos, como vice-governador e de Tâmara Azevedo (PSol), ao Senado.

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