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Guanambi aparece entre cidades com mais hospitalizados por acidentes de trânsito no Brasil em pesquisa

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Uma pesquisa sobre morbidade nos transporte, com abrangência nos 415 municípios brasileiros de mais de 80 mil habitantes, coloca Guanambi na 412ª posição no quesito.

O estudo é realizado pelo Super App Gringo, em parceria com Centro de Liderança Pública (CLP). Os dados completos serão apresentados no “Ranking de Competitividade dos Estados 2023”, e os recortes, divulgados nesta terça-feira (16), servem de reforço para a campanha Maio Amarelo, uma iniciativa organizada por diferentes entidades empenhadas na redução de sinistros de trânsito.

O motivo da posição ruim da cidade é a alta quantidade de hospitalizações de pessoas envolvidas em acidentes de trânsito, taxa de 606,8 internações para cada 100 mil habitantes. Considerando apenas as 90 cidades pesquisadas no Nordeste do país, o Guanambi ocupa a última posição neste critério.

A quarta pior colocação no país é a mesma observada na edição de 2022 do ranking, divulgada no último mês de setembro, e cinco posições piores do que em 2021, quando foi atingida a 407º posição.

A avaliação para medir a competitividade e a sustentabilidade dos municípios mais populosos do país é composta por 65 indicadores, organizados em 13 pilares temáticos e 3 dimensões – economia, instituições e sociedade.

No ranking geral de 2022, Guanambi ficou na 276º, uma elevação de 64 posições em relação a 2021, o maior avanço entre todas as cidades. Os destaque positivos foram os indicadores de capital humano, que engloba a taxa bruta de matrícula no ensino técnico e no ensino superior, além da qualificação dos trabalhadores e o índice emprego formal. A cidade alcançou a 17º posição neste quesito.

Mortalidade

A ação do mês de maio também divulgou os indicadores de mortalidade, que contabiliza os mortos por acidentes a cada 100 mil habitantes. Os dados do estudo são do Ranking de Competitividade 2022, que são os dados mais atualizados disponíveis.

Entre as capitais da região, Salvador (BA) possui o menor índice com 6,9 mortes a cada 100 mil, seguida por Fortaleza (CE) com 11,8 mortes, Natal (RN) com 12,1, São Luís (MA) com 19,3, João Pessoa (PB) com 20,7, Maceió (AL) com 20,9, Aracaju (SE) com 22,2, Recife (PE) com 24,9 e com o pior índice Teresina (PI) com 33,9 mortes a cada 100 mil habitantes.

Em relação aos estados, o ranking considera Rio Grande do Norte o melhor posicionado da região, com 12,3 mortes a cada 100 mil habitantes, na sequência, Ceará registrando 14,2 mortes, Bahia com 15,4, Pernambuco com 16,1, Sergipe com 16,9, Maranhão com 19,6, Paraíba com 19,7, Alagoas com 20,2 e o mais alarmante, Piaui com 29,02 mortes a cada 100 mil habitantes.

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