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O ano de 2017 pode ser complicado para os pilotos brasileiros na Fórmula 1. Isso porque com a aposentadoria de Felipe Massa as esperanças de um representante brasileiro é de Felipe Nasr. Mas o próprio piloto de 24 anos pode perder espaço na categoria já que a Force India, escuderia que estava sondando o piloto, acertou com outro piloto e agora Nasr ainda é incógnita para próxima temporada.

Nesta segunda-feira, a Force India acertou com o piloto francês Esteban Ocon, que estreou na metade desta temporada da Fórmula 1 pela Manor. Com isso Nasr ainda pode entrar em alguma escuderia para o próximo ano, mas sua participação ainda é dúvida já que ele pode ou não permanecer na Sauber ou até ir para outra escuderia de menor expressão.

A possibilidade da não participação de Nasr em 2017 foi divulgada no programa Redação SporTV pelo comentarista de automobilismo, Lito Cavalcanti, que falou da possibilidade do Brasil ficar sem um representante na Fórmula 1.

Temos um risco, mas não é tão grande porque ele ainda pode continuar na Sauber, mas existe uma possibilidade (do Brasil ficar de fora). O Brasil é um pouco diferente. A Itália está sem piloto e continua tendo um bom público, a França está sem e continua com bom público. Mas eles têm uma cultura esportiva diferente. O Brasil torce por brasileiros. Não tendo brasileiros, cai bastante o acompanhamento, pela televisão ou ao vivo. Por outro lado, a F1 vende exposição. O número de televisores ligados no Brasil é muito grande, e isso é significativo para o Bernie Ecclestone, que é o patrão comercial da F1. Então, o Felipe Nasr tem todo o apoio dele para conseguir uma vaga. Acredito que ele estará na F1 ano que vem, mas não nas condições que a Force India poderia oferecer“, explicou o comentarista.

Caso Felipe Nasr não permaneça na Fórmula 1 para o próximo ano o Brasil ficará sem um representante, algo que não acontece desde 1969, e fato que ocorreu apenas cinco vezes (1950, 1954, 1955, 1957, e 1958) desde que a Fórmula 1 foi criada, em 1950.

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