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Justiça decide soltar prefeita ostentação do Maranhão

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Tiago Marqueshttps://agenciasertao.com/
Tiago Marques é redator e editor do site Agência Sertão. Trabalha com produção de conteúdo noticioso para rádio e internet desde 2015.
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A ex-prefeita de Bom Jardim (MA), Lidiane Leite da Silva, a prefeita ostentação, 25, deverá ganhar a liberdade nos próximos dias e usar tornozeleira eletrônica para ser monitorada pela Justiça.

Nesta sexta-feira (9), o juiz José Magno Linhares Moraes, titular da 2ª Vara da Justiça Federal no Maranhão, revogou a prisão preventiva expedida contra Lidiane, determinou o uso de tornozeleira e proibiu a entrada dela no prédio da prefeitura.

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Lidiane está presa desde o dia 28 de setembro em um alojamento com ar-condicionado no quartel do Corpo de Bombeiros Militar em São Luís desde que se entregou à Polícia Federal. Ela passou 39 dias foragida da Justiça.

Ela é acusada de desviar recursos destinados à merenda escolar, reforma e construção de escolas no município. Após assumir o cargo, a ex-prefeita costumava esbanjar bens e viagens. Ela ficou conhecida por postar fotos de viagens, festas, carros e roupas caras nas redes sociais e ainda desdenhar de quem questionava seu poder aquisitivo.

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Segundo a decisão, o magistrado determinou ainda que ex-prefeita também não poderá viajar sem autorização da Justiça. Ela está obrigada a comparecer uma vez por mês à comarca do município que reside para justificar suas atividades.

Segundo o advogado de Lidiane, Sérgio Murilo Muniz, a família da ex-prefeita informou que ela deverá se mudar para o município de São José do Ribamar (região metropolitana de São Luís) e não voltará para Bom Jardim.

“Estamos aguardando informações da Justiça sobre a instalação da tornozeleira eletrônica para Lidiane sair do quartel. Não sabemos se vai ser hoje. Essa decisão era esperada por ela com ansiedade, pois ela nunca impediu nenhuma investigação”, disse Muniz.

Desde que a Justiça expediu o mandado de prisão preventiva contra Lidiane, a defesa dela alegava que a medida era “desnecessária” porque ela “não atrapalhou as investigações” e nem havia coagido testemunhas.

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