Redação 96FM

O que era para ser um simples passeio com animais de estimação virou caso de polícia em Guanambi,  dois casos na verdade. O primeiro aconteceu na segunda-feira (01) e o segundo na quarta-feira (03).

Segundo informações amplamente divulgadas na imprensa, uma enfermeira deixou um cão da raça Pinscher trancado dentro do carro bem no centro da cidade. Após denuncias, a polícia militar foi até o local e abordou a mulher, conduzindo-a para a delegacia onde foi registrada a ocorrência. Foi divulgado na imprensa que o animal foi levado a uma clínica onde foi constatado que ele estava desidratado. Por meio de redes sociais, a enfermeira se defendeu, disse que o animal não foi maltratado e que a informação sobre desidratação não procede. Ela disse ainda que foram “só 15 minutos para ir no cartório”, que deixou o animal no carro “por segurança” e que “isso não  é maus tratos”, além de dizer que sempre cuidou bem do animal.

O outro caso envolveu um advogado que passeava pelas ruas do centro com um cachorro da raça pitbull sem a focinheira. Ele foi algemado e levado no camburão para a delegacia por desacato à autoridade. Segundo o policial que efetuou a prisão, o advogado “usou tom grosseiro e desrespeitoso” ao ser abordado e questionado sob o uso obrigatório do equipamento de segurança no animal. “O adverti que o tom grosseiro usado configura desacto e que ele poderia ser preso. Momento em que ele também com grosseria, arrogância e prepotência, disse novamente que era advogado e que só poderia ser preso com a presença da OAB. A partir daí dei voz de prisão e o convidei para adentrar na viatura, porém ele não acatou a ordem, sendo necessário o uso da força”, disse o policial. Após prestar esclarecimentos na delegacia, o advogado foi liberado.

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