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Reunião ampliada do observatório e movimentos socioambientais discute estratégias de convivência com o semiárido brasileiro

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Tiago Marqueshttps://agenciasertao.com/
Tiago Marques é redator e editor do site Agência Sertão. Trabalha com produção de conteúdo noticioso para rádio e internet desde 2015.

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Ascom FG

O Observatório FG do Semiárido Nordestino e representantes de movimentos socioambientais de Guanambi e região realizaram, no dia 16 de fevereiro, reunião ampliada para discutir estratégias de convivência com o Semiárido brasileiro. A reunião foi organizada pela coordenação do Observatório, em parceria com o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável do Alto Sertão. O objetivo foi formar um espaço de interação com os principais movimentos socioambientais para convivência com o Semiárido do sudoeste baiano e para conhecer as principais ações que tais movimentos vem implementando.

Na ocasião, o coordenador geral do Observatório FG, Prof. Carlos Magno Santos Clemente, afirmou que o ambiente acadêmico deve estar atrelado ao aspecto regional, criando uma rede colaborativa com o objetivo comum de melhoria social e ambiental do Semiárido. “A Faculdade Guanambi tem apoiado pesquisas e propostas diversas que envolvem a melhoria efetiva do sertão, contribuindo veementemente para o diálogo das distintas camadas sociais e aproximando a comunidade acadêmica da realidade em que ele está inserida”, afirmou.

10269126_1057561477636281_3007506529839501800_oA pesquisadora Felizarda Viana, do Instituto Federal Baiano – campusGuanambi,  destacou os produtos regionais que possuem alta rentabilidade e capacidade de aproveitamento, quando aliados à tecnologia para  uso, produção e comercialização. Já o representante do Centro de Agroecologia no Semiárido (CASA), Juliano Vilas Boas, chamou a atenção para o problema da escassez de água e destacou as formas que o Centro utiliza para tratar o consumo primário e secundário da água. “A captação de água de chuva através do sistema de cisternas é apenas uma possibilidade, pois as práticas e assistências permitem, nos dias atuais, pensar formas de captação de água em caráter secundário. É fundamental aproximar da realidade sertaneja para se pensar novas formas de convivência com a seca”, afirmou.

Para a coordenadora do Observatório profa. Deborah Marques a Reunião Ampliada representa a possibilidade de vislumbrar as pesquisas em curso e orientar as próximas pesquisas a serem desenvolvidas conjuntamente com as entidades. “A Faculdade Guanambi quebra o tabu que instituição privada não se preocupa com o social e ambiental. Pelo contrário, a FG prima pelo desenvolvimento científico e humano, fazendo com que haja a consubstanciação de uma rede colaborativa que prima pela cultura e melhoria sócio-espacial do Semiárido”, afirmou.

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O diretor acadêmico administrativo Georgheton Nogueira, ressaltou a importância da união de pensamentos e vivências, agregando os conhecimentos científicos com os aspectos reais e valorizando a realidade local. Durante a sua fala Nogueira asseverou que a FG é uma parceira em potencial e está de portas abertas para auxiliar e subsidiar as políticas públicas.

A reunião foi considerada um sucesso pelos coordenadores do Observatório. Ao final, todas as entidades acordaram sobre a necessidade de continuidade de novos diálogos, principalmente para consolidar esta rede através de novos encontros e ações conjuntas. Assim, em 22/03 ocorrerá uma nova reunião ampliada discutindo possibilidades de articulações e melhorias para o semiárido nordestino.

12715866_1057561440969618_3197922788731039718_oTambém estavam presentes pesquisadores docentes e discentes do Observatório FG, representantes do Consórcio do Alto Sertão, bem como os representantes do Centro de Agroecologia no Semiárido (CASA); Centro de Economia solidária do serão produtivo (CESOL); Cooperativa de Assessoria Técnica e Educacional para o Desenvolvimento da Agricultura Familiar (COOTRAF); Cooperativa de crédito rural de economia solidária da Serra Geral; Cooperativa mista para Desenvolvimento sustentável  de Caetité e Região (COOMADAC); Federação de trabalhadores na agricultura; Movimento de mulheres camponesas; Núcleo de extensão e pesquisa do território do sertão produtivo, vinculado ao IF Baiano; e a representante da secretaria de agricultura de Ibiassucê.

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