(Foto: Andressa Anholete/AFP)

O presidente Michel Temer resolveu demitir Luislinda Valois (PSDB), ministra dos Direitos Humanos. Segundo um jornal carioca, ele ainda procura uma despedida nobre para a desembargadora aposentada baiana, que ainda não teve sua exoneração publicada.

Uma outra baiana poderá assumir a vaga: a deputada federal licenciada Tia Eron, que ocupa atualmente a secretária municipal de Promoção Social, em Salvador. A diretoria do PRB, partido de Tia Eron, estaria articulando para tornar a indicação realidadel. Diversos orgãos de imprensa tentaram contato com Tia Eron, mas não obtiveram êxito.

Outra deputada do PMDB também é cogitada para suprir a vaga deixada por Luislinda, caso seja confirmada a saída da desembargadora, desgastada após o episódio em que pedia para receber salário acima do teto.

Na ocasião, ela comparou sua situação à escravidão. Desembargadora aposentada da Bahia, ela queria receber esta regalia e o salário integral de ministra, o que lhe renderia R$ 61,4 mil por mês. O teto constitucional contudo é de R$ 33,7 mil.

No entanto, desistiu do pedido, após a controvérsia. “Considerando o documento sobre a situação remuneratória da ministra Luislinda Valois, o Ministério informa que já foi formulado um requerimento de desistência e arquivamento da solicitação”, informou nota divulgada pela assessoria da pasta, na ocasião.

Outro baiano
Outra possível movimentação envolvendo um político baiano, citada pelo O Dia, é em relação ao ministro Antonio Imbassahy, ex-prefeito de Salvador.

Segundo informações ele está de malas prontas para assumir o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União, e para seu lugar será confirmado o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), da tropa de choque do presidente no Congresso. Marun tem apoio da base e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

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