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Ainda não há prazo definido para o início da operação comercial no Aeroporto Municipal Isaac Moura Rocha. As obras de recuperação e reforço da pista foram concluídas e a aviação privada foi retomada no início de maio. A Prefeitura de Guanambi procura empresas interessadas em administrar o local, a administração pode custar mais de R$ 100 mil por mês.

A conclusão total dos serviços ainda depende da chegada de novos equipamentos para o balizamento da pista. A prefeitura está com licitação aberta para compra de móveis e equipamentos para o saguão.

Para reforçar a pista e torná-la apta para receber aeronaves grandes, como a do modelo ATR-72, usado pela Azul em voos regionais, o Governo do Estado investiu o valor de R$ 6.040.114,92 na contratação da empresa que realizou a nova pavimentação do local.

O aeroporto também precisa passar por novas avaliações das autoridades aeronáuticas para receber a reclassificação que permitirá a operação comercial. Este processo só terá andamento após a contratação do serviço de administração.

O Estado da Bahia possui a delegação da exploração do aeroporto até 2051 e é o responsável por administrar ou terceirizar a sua administração. No entanto, segundo apurou a Agência Sertão, a prefeitura pode ficar responsável pela despesa ou pelo menos por parte dela.

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Representantes de uma empresa especializada em administração de aeroportos estiveram na cidade este mês. Eles apresentaram uma proposta com custo mensal de aproximadamente R$ 140 mil.

Para tentar reduzir este valor, uma chamada pública deverá ser lançada para que outras empresas possam apresentar suas propostas de gestão do espaço.

Duas empresas manifestaram interesse em operar voos comerciais em Guanambi. A Azul Linhas Aéreas colocou a cidade no seu plano de expansão e deve operar voos para Belo Horizonte. A Passaredo também está interessada em implantar linha na cidade.

A estimativa das empresas e do Governo é de que o aeroporto atenderá uma demanda de mais de um um milhão de pessoas, em mais de 60 municípios da Bahia e do Norte de Minas.

A chegada da linha aérea, além de oferecer melhores condições de transporte para a população, deve aquecer a economia local, facilitando o acesso à cidade que fica à aproximadamente 700 Km das capitais da Bahia e Minas, e de Brasília, capital federal.

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