Rômulo Gonçalves - Take Produções

Imagens feitas pela câmera de um drone mostram como ficou o riacho Belém após transbordar na manhã desta quinta-feira (23) em Guanambi.

Chove na cidade deste às 18h desta quarta-feira (22). Moradores das margens do riacho acordaram com a água chegando muito próximo de suas casas. Alguns não conseguiram sair por conta da altura da água que invadiu as ruas.

A Avenida Sandoval Moraes continua interditada devido à cheia do riacho. Equipes da prefeitura aguardam a água baixar para promover a limpeza do local e liberar o trânsito. A previsão é de que o tráfego seja normalizado pela tarde, caso não volte a chover forte.

A comissão de Defesa Civil percorreu os pontos de alagamentos logo no início da manhã. Segundo Cleber Lopes, membro da comissão, até o momento não houve registros de alagamentos em residências, nem de pessoas desalojadas. Ele afirmou que a comissão está de prontidão para atender as ocorrências.

O Pluviômetro da Agência Sertão registrou acumulado de 80 mm até às 12h. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo no início da tarde desta quarta-feira, com validade até às 12h desta sexta-feira (24).

Os institutos de meteorologia continuam prevendo chuvas volumosas na região pelo menos até a próxima segunda-feira (28). Também há previsão de chuvas para os primeiros dias de fevereiro.

Riacho Belém nasce a mais de mil metros de altitude próximo às regiões de Gado Bravo e Curral de Varas. Sua foz é no Carnaíba de Dentro, próximo ao bairro Santa Catarina. Mapa: Windy.com

O riacho do Belém nasce a cerca de mil metros altitude próximo à região conhecida como Gado Bravo, no Distrito de Morrinhos. Ele percorre várias comidades rurais até chegar pela região Leste de Guanambi.

Na cidade, ele margeia o Bairro Beija-Flor e deságua no lago do Parque da Cidade. De lá, ele corta o bairro Sandoval Moraes e segue em direção ao desague no Rio Carnaíba de Dentro, antes disso recebe toda a água do escoamento central da cidade de Guanambi pelo conhecido canal da Feira.

Nos últimos anos, o leito do Belém e suas margens foram drasticamente modificadas por empreendimentos imobiliários.

O crédito das imagens é de Romulo Gonçalves (Take Produções).

Rômulo Gonçalves – Take Produções
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